28 de fevereiro de 2015

Quem pode, pode!

Aqui estão 3 mulheres maravilhosas, com um enorme talento e beleza que se destacaram pela positiva na festa Vanity Fair (Óscars 2015). Na minha opinião (e na de muitas outras pessoas) elas estão L-I-N-D-A-S, o que acham? Deixem a vossa opinião ;)

Toino Abel

Chego eu ontem a casa, e para não variar estava a família reunida a ver as notícias.
Depois de umas beijocas e de mostrar uns vídeos da Isa (para a semana partilho aqui) juntei-me a eles para ficar a par das misérias políticas e económicas que se passam neste país.
E lá vem no final uma notícia nada mal, bem se costuma dizer que o melhor está guardado para o fim.
E com esta notícia fiquei a perceber que a minha avozinha foi uma futurista na moda.
Digo isto porquê?  Porque a notícia que vi na SIC era sobre umas malas de junco feitas à mão, e não é que são iguais às que a minha velhota preferida usava para levar a bucha lanche da manhã para quem não sabe e o bom do almoço para a terra, quando ia trabalhar.

Aqui fica a o modelito TOP que a minha avó usava e que eu guardo com tanto carinho.

E agora mostro-vos outros modelos, numa versão mais XPTO e MEGA LIIIINDAS <3 
Admito que estou completamente apaixonada por estas malas, tenho algumas preferidas como a verde e a pequena que está no primeiro quadrado, mas não comprava sem antes as tocar e espreitar, para que a minha mala fosse AQUELA de encantar. 
Já me estou a imaginar a ir para a praia ou para o campo fazer um 'picnic' com a minha malinha chic. 
Por isso, aqui vos trago uns motivos para comprar sem pestanejar:
Para começar o nome é super giro e fica no ouvido! Adoro os pormenores em pele, principalmente onde está escrita a marca. 
Estas malas são feitas inteiramente à mão, pelo Sr. Fernando, D. Cidália e D. Emília. Nem consigo imaginar o trabalho que dão, mas com uma coisa devem ser feitas, com muito AMOR. Não fossem elas feitas numa aldeia perto de Alcobaça, cidade que para mim representa o amor. E já diz a música que "quem passa por Alcobaça, não passa sem lá voltar".
Esta mala não é uma simples mala, é tradicional, regional e nacional! E cá entre nós, o que é nacional é que é bom!!! Já para não falar que esta mala fica para herança e duram imensos anos. Sim, eu tenho a da minha avó e já está super velhinha e eu não me consigo desfazer dela. Representa a vida da minha avó, que tantas horas andou de mão dada com ela. 
Se ainda não estão convencidas, digo-vos que esta versão do 'Toino Abel' é gira que se farta e ainda não andam muitas por aí a circular, logo vão ter um acessório lindo e não correm o risco de em qualquer lado que vão encontrem uma igual. 
Para terminar, quando vi esta notícia pensei logo "por estarem na moda lá vão eles esticarem-se nos preços", mas estava enganada gente!! Os preços vão dos 28€ aos 64,40€ e por todos os motivos que já disse em cima acho que a relação qualidade-preço é ótima. Não é uma pechincha é verdade, mas se damos mais de 28€ por uma mala da Parfois, Zara entre outras que são feitas industrialmente e há centenas iguais, não damos o mesmo valor por uma feito à mão, tradicional e portuguesa?
Eu cá dou, mas espero com estes motivos ter convencido a mommy a dar uma malinha aqui à filhinha. ;)

 Adorei a ideia deste neto e são precisas muitas mais como a dele, dando continuidade a heranças culturais e visibilidade internacional de produtos tradicionais portugueses. 
Se um dia aparecerem umas 'Rosalinas' no mercado é porque aqui a gênio se lembrou de algo e homenageou uma das mulheres da sua vida (minha avozinha linda).
Desejo muita sorte e sucesso à Toino Abel, eu cá estou fããã!!! :D

Se quiserem ver toda a coleção e saberem mais sobre esta marca clique aqui.
E vocês o que acham desta moda e destas malas?

PS- woww conseguiram ler tudo até aqui!? Estão de parabéns, eu sei que me entusiasmei na escrita, mas prometo que vou ter mais cuidado para a próxima, porque isto de escrever testamentos dá o seu trabalho. E garanto-vos que falo muito mais do que escrevo MEDO!


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Um beijinho, 
Flávia

27 de fevereiro de 2015

Dourada no forno com laranja

Hoje trago um post saudável e bem saboroso!
Como sou estudante universitária e na minha linda terrinha não há universidades, vim passar uns anos à capital para aprender umas coisinhas. 
Uma delas é cozinhar, coisa que não gosto muito, talvez por ser preguiçosa ou até mesmo falta de jeito. Mas tenho que me começar a aplicar para deixar a mommy orgulhosa ehehe :D
Vivo nas residencias do ISA (a minha faculdade) e partilho casa com 3 colegas e o jantar está sempre por nossa conta. 
Em relação ao almoço costumamos comer na cantina ou bar mas isso também vai mudar.
Esta semana fizemos cá em casa esta dourada e como ficou tão boa decidi partilhar.


Aqui fica a receita para duas pessoas:

O que é preciso:
  • 1 dourada;
  • 1 laranja grande;
  • Sal q.b.;
  • pimenta q.b.;
  • ervas aromáticas frescas a gosto (alecrim, tomilho, coentros, salsa, etc.);
  • azeite.

Mãos à obra:
1. Liga o forninho a 180ºC.
2. Tempera as douradas, de ambos os lados, com as ervas frescas, o sal e a pimenta.
3. Coloca no interior da barriga do peixe algumas rodelas de laranja e coloca-o num tabuleiro próprio para ir ao forno.
4. Rega com um fio de azeite e o sumo de 1 laranja (não muito para não ficar muito doce).
5. Coloca pedaços de laranja por cima do peixe e leva ao forno já quente (180ºC) deixando aqueles aspeto dourado no meu caso ficou mais queimado. Enquanto assa rega algumas vezes com o molho, mas não deixes assar muito para a dourada não ficar muito seca.
6. Para acompanhar nós fizemos arroz sem cebola e com uns feijõezinhos (era o que havia) e uma salada biológica da nossa mini estufa, mas no site onde encontrámos esta receita aconselhava servir com grelos cozidos ou legumes da nossa preferência.



E voilà, ficou assim uma delííícia! 


Espero que façam esta receita e que tenham mais sorte do que nós quanto à confecção, já que o nosso querido e amado forno decidiu fazer greve durante o assado e tivemos de ir bater à porta do vizinho de baixo para acabar esta iguaria.
Em relação às fotos não têm a melhor qualidade porque me esqueci da máquina fotográfica na casa dos papis... Mas para a semana já há fotos com mais qualidade.


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Um beijo, 
Flávia